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A agricultura do deserto do Saara está em colapso

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A agricultura do deserto do Saara está em colapso

Governos do norte da África estão investindo bilhões para transformar partes do deserto do Saara em áreas agrícolas. Projetos no Egito, Argélia e Sudão prometem ampliar a produção de alimentos e reduzir a dependência de importações.

Mas existe um limite físico nesse modelo!

Grande parte dessa agricultura depende da retirada da água fóssil do Sistema Aquífero de Arenito Núbio, um dos maiores reservatórios subterrâneos do planeta.

Essa água foi acumulada ao longo de milhares de anos e não se recompõe.

Quando ela é bombeada para irrigação no deserto, o volume do aquífero diminui permanentemente.

Além disso, a irrigação intensiva em regiões áridas acelera outro problema: salinização do solo. A evaporação deixa sais na superfície, degrada a terra e exige ainda mais água para manter a produção.

O resultado é um ciclo simples:

mais irrigação → mais sal no solo → mais água necessária → aquíferos esgotando mais rápido.

Mesmo assim, grandes projetos agrícolas continuam avançando no deserto, muitas vezes voltados para monoculturas e exportação.

Se interessou pelo tema?

Assista ao vídeo completo sobre o assunto e entenda como funciona o maior aquífero fóssil do planeta, por que países estão expandindo agricultura no Saara e quais são os limites físicos desse modelo.

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Expo Revestir 2026

UGREEN na Expo Revestir 2026: curadoria técnica em parceria com a Saint-Gobain

A Expo Revestir 2026, realizada no São Paulo Expo, reuniu mais uma vez alguns dos principais nomes da arquitetura, design e construção civil da América Latina. Considerada a maior feira de revestimentos e acabamentos da região, o evento funciona como uma vitrine para lançamentos, tecnologias e tendências que influenciam diretamente o mercado de edificações.

Representando a UGREEN, a sócia cofundadora Sami Meira esteve presente durante a feira conduzindo atividades previstas na parceria firmada com a Saint-Gobain. Ao longo da programação, Sami foi responsável pela execução das ações técnicas no estande da empresa, conectando visitantes e profissionais do setor a discussões sobre desempenho de materiais, inovação e aplicação prática de soluções no contexto real da construção.

A Saint-Gobain, multinacional francesa com mais de três séculos de história e referência global em soluções para construção, tem desempenhado um papel central no desenvolvimento de materiais voltados à eficiência, conforto e desempenho ambiental. A presença da empresa da Expo Revestir reforça sua posição como uma das principais protagonistas na evolução tecnológica do setor.

Foi nesse contexto que surgiu a parceria com a UGREEN, estruturada para transformar o estande da Saint-Gobain em um ponto de encontro para conteúdo técnico durante a feira. A iniciativa incluiu talks e tours técnicos conduzidos pela própria confundadora, com análise das soluções apresentadas e discussão sobre desempenho, inovação e aplicação dos materiais.

A colaboração entre as duas organizações reforça um objetivo comum: ampliar o nível técnico do debate sobre materiais e sustentabilidade no ambiente construído, aproximando profissionais do setor de informações qualificadas e de soluções com aplicação real em projetos.

Notícia

Crise hídrica global acelera reuso da água na indústria

A segurança hídrica entrou no centro da agenda econômica global. Segundo o Relatório Mundial de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos da ONU, a demanda por água pode crescer entre 20% e 30% até 2050. Hoje, cerca de 80% das águas residuais do mundo ainda são descartadas sem tratamento ou reuso.

Mudanças climáticas ampliam o problema. Dados meteorológicos indicam que precipitações extremas aumentam cerca de 2,3% por década, enquanto dias acima de 35°C crescem 1,2% por década, intensificando eventos de enchentes e secas rápidas.

Ao mesmo tempo, novas infraestruturas digitais aumentam o consumo hídrico. Data centers usados para inteligência artificial demandam grandes volumes de água para resfriamento.

No Brasil, por exemplo, de acordo com um estudo publicado pela Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) em agosto de 2025, o consumo do setor atingiu a marca de 45,71 bilhões de litros no ano de 2025, com projeção de 85,61 bilhões de litros até 2030.

Outra pesquisa também realizada em 2025, mas pela Ecolab Watermark™ Study, mostra que 40% dos brasileiros já associam IA ao aumento da escassez de água.

Diante desse cenário, cresce o uso de simbiose industrial, modelo em que o efluente tratado de uma empresa passa a ser utilizado por outra. Experiências em Kalundborg (Dinamarca), Kawasaki (Japão) e Singapura, com o sistema NEWater, demonstram que o reuso pode reduzir pressão sobre mananciais e gerar ganhos econômicos.

Segundo análises de organismos industriais e instituições multilaterais, a ampliação global de sistemas de reuso pode gerar bilhões em investimentos em infraestrutura hídrica, ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais e aumenta a resiliência climática das cadeias produtivas.

A tendência consolida uma mudança estrutural: água residual deixa de ser descarte e passa a ser recurso estratégico para a indústria e para a economia circular.

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