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A hidrovia do Tapajós e o avanço sobre a Amazônia
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A hidrovia do Tapajós e o avanço sobre a Amazônia

Imagem: Conselho Indigenista Missionários
O governo brasileiro suspendeu a dragagem do rio Tapajós após a pressão dos povos indígenas. A notícia parece técnica, porém o problema é bem maior, pois o que está em jogo é a possível transformação de um rio vivo em um corredor logístico.
Hoje o Brasil ocupa o papel de fornecedor de matéria-prima barata. Soja, milho e minérios precisam sair mais rápido e mais barato, e para que isso aconteça, surgem dois projetos: a hidrovia do Tapajós e a ferrogrão.
Juntos, eles reduzem custos, encurtam o tempo de transporte e aumentam o lucro das grandes tradings.
O preço dessa “eficiência” fica na Amazônia. Dragagem significa remover milhões de metros cúbicos do fundo do rio, destruindo áreas de reprodução de peixes, afetando territórios indígenas e podendo trazer de volta o mercúrio deixado pelo garimpo.
Estudos já mostram contaminação em comunidades munduruku, inclusive em crianças.
Além disso, o rio passa a ser tratado como infraestrutura privada. Com concessões, empresas controlam o tráfego, cobram tarifas e definem prioridades. O uso tradicional fica em segundo plano, o rio deixa de ser espaço de vida e vira uma via expressa para cargas.
Esse modelo também piora o clima, pois baratear o frete abre novas áreas para desmatamento, e menos floresta significa menos chuva. O Tapajós já enfrenta secas mais fortes e pode perder até 20% da vazão nas próximas décadas.
Nada disso é abstrato, é uma disputa real por território, água e futuro.
Quer se aprofundar no tema?
Assista ao vídeo completo e entenda por que o Tapajós virou o centro de uma das maiores disputas ambientais do país!
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Nem todo mundo entra do mesmo jeito
Vou te contar como vai funcionar a Semana Especial do UGREEN Pass de um jeito simples.
Ela começa dia 9 de março e vai até dia 13. Nesse período, vai existir uma condição especial para entrar no Pass. Só que tem um detalhe importante. O melhor momento da semana é o começo. Quem entra antes, entra em uma condição melhor. Quem deixa para depois, entra em uma condição menos vantajosa.
Não é pegadinha. É só a lógica do tempo mesmo.
A ideia disso é bem direta. Essa semana não é sobre “ver se dá tempo”. É sobre timing. Sobre decidir entrar quando a porta está mais aberta, e não quando ela já está quase fechando.
Se você já está considerando o UGREEN Pass, faz sentido usar esses dias agora para entender exatamente o que tem lá dentro. As escolas, os temas, a abordagem, o tipo de profundidade, o tipo de conversa que acontece ali. Porque aí, quando a semana começar, a decisão fica simples.
E se ao olhar você perceber que isso é mais do que você precisa agora, tudo certo também. O Pass não foi feito para todo mundo. Ele foi feito para quem quer trabalhar sustentabilidade de forma prática, com método e com responsabilidade.
Se ainda não entrou para ver, entra agora com calma e explora.
👉 Conheça o UGREEN Pass por dentro:
Na segunda eu te aviso quando a Semana Especial abrir. E aí, sim, o relógio começa a contar de verdade.
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Quando morar deixa de ser prioridade

Algo importante está mudando nas cidades … e não é só o preço do aluguel!
Moradia sempre foi base de estabilidade, convivência e vida urbana. Mas, ao longo do tempo, passou a ser tratada cada vez mais como ativo financeiro, casas viraram investimentos, bairros, oportunidade, e a cidade, um produto.
Diante desse cenário, plataformas como Airbnb não criaram a crise habitacional, mas ajudaram a acelerá-la. Ao transformar imóveis residenciais em hospedagens de curta duração, menos moradias ficam disponíveis para quem vive na cidade. E o efeito aparece rapidamente, com o aumento de aluguéis, pressão sobre comunidades e perda de vínculos locais.
Esse modelo também tem impacto ambiental. A alta rotatividade resulta em um consumo maior de energia, água, reformas frequentes e deslocamentos maiores. Sustentabilidade urbana nunca se resumiu e não se resume a edifícios eficientes, ela depende de cidades serem habitáveis, acessíveis e principalmente pensadas para o uso cotidiano.
Para quem projeta, constrói e planeja cidades, a pergunta que surge é: estamos desenhando espaços para viver ou para extrair valor?
Quer se aprofundar no tema?
Assista ao vídeo completo sobre o assunto e entenda melhor como todo esse processo funciona, seus impactos sociais e ambientais e o que revela sobre o futuro urbano!
UGREEN
Você consegue defender suas especificações com dados?
Em muita reunião de projeto, a escolha de material acaba sendo decidida no “eu acho”, no “sempre usamos isso” ou no “o fornecedor garantiu que é bom”. Funciona… até dar problema. E aí, de repente, todo mundo descobre que “sensação” não segura orçamento, prazo nem responsabilidade técnica.
Especificar é escolher entre impactos, custos, durabilidade, manutenção e risco. Só que quase ninguém foi treinado pra comparar isso de verdade. Ler FISPQ, entender EPD, cruzar desempenho ambiental com custo ao longo do tempo. Não é glamour. Mas é exatamente aí que o projeto fica sério.
O curso Interiores Sustentáveis: do Estético ao Sistêmico foi desenhado pra preencher esse buraco. A ideia não é te dar opinião. É te dar critério. Não é te convencer. É te dar base técnica pra sustentar decisão em obra, com cliente e com equipe.
Isso muda completamente a posição de quem especifica. Você sai do “gosto mais desse” e entra no “esse é o que faz mais sentido pelos dados”. Parece detalhe, mas é a diferença entre decorar e projetar.
E vale o aviso honesto. Esse tipo de abordagem não interessa a todo mundo. Interessa a quem quer assumir o lado técnico da responsabilidade.
Se isso conversa com o jeito que você trabalha, vale olhar com calma.
As aulas começam dia 6 de abril.
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