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Banco Master e a fraude em créditos de carbono

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Banco Master e a fraude de R$ 45 bilhões em créditos de carbono

Foto: Folha - UOL

No início de 2026, um escândalo financeiro envolvendo o Banco Master e a gestora REAG trouxe à tona uma operação bilionária construída em torno de créditos de carbono. O que chamou a atenção foi o uso de terras públicas na Amazônia como base para criar ativos ambientais de alto valor, sem respaldo jurídico ou ambiental.

A operação não se limitou a um erro técnico ou contábil. Ela revelou um processo estruturado, que envolveu empresas do setor financeiro, consultorias e auditorias, e que levantou um alerta sobre como o mercado de carbono pode ser manipulado quando não há fiscalização ou controle público efetivo.

Terras destinadas à reforma agrária foram tratadas como propriedade privada. A floresta em pé foi contabilizada como se gerasse créditos comercializáveis, mesmo sem ações concretas de preservação ou redução de emissões. Com base nisso, bilhões foram movimentados, inclusive fora do Brasil, sem que nenhum benefício climático real fosse gerado.

O caso ainda está sendo investigado, mas o impacto já é concreto: fragiliza a confiança em iniciativas ambientais sérias, levanta dúvidas sobre os limites da autorregulação no mercado de carbono e reforça a urgência de um sistema transparente, com base técnica e jurídica sólida.

Quer entender a fundo o assunto?

Assista ao vídeo completo sobre o assunto e conheça as etapas do caso, os danos, documentos e explicações técnicas desse escândalo!

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Notícia

Bambu entra no centro da engenharia estrutural com novo manual internacional

Um novo manual publicado pelo Institution of Structural Engineers (IStructE) em janeiro de 2026 promete mudar o papel do bambu na construção civil. O documento define diretrizes técnicas para o uso estrutural do bambu natural com base na norma ISO 22156:2021, e abre caminho para sua adoção em projetos de infraestrutura de pequeno e médio porte.

A publicação representa um avanço técnico importante. Até agora, a falta de normas reconhecidas internacionalmente limitava o uso do bambu a construções experimentais ou vernaculares. O novo manual permite que engenheiros projetem com base em parâmetros padronizados de desempenho, segurança e durabilidade.

Foto: ArchDaily

Segundo o texto, o uso do bambu natural está autorizado em construções de até dois pavimentos, com aplicação em colunas, vigas, paredes e conexões híbridas. O foco está no uso de colmos inteiros, tratados quimicamente e classificados por diâmetro e espessura. A limitação de altura se deve à inflamabilidade do material, e o manual propõe medidas de segurança como barreiras contra fogo, encapsulamento e sensores.

O bambu é considerado promissor por sua resistência à tração (até 370 MPa), baixo peso e velocidade de crescimento. Sua flexibilidade favorece o uso em regiões sujeitas a terremotos. Mas o material apresenta desafios técnicos, como baixa rigidez e tendência ao cisalhamento, o que exige detalhamento cuidadoso das conexões.

Três obras recentes ajudam a demonstrar seu potencial: o Terminal 2 do Aeroporto de Kempegowda, na Índia, que usou 1.000 km de bambu engenheirado; a Torre de Bambu de Ninghai, na China, com sete andares; e o pavilhão The Arc, em Bali, com arcos estruturais de grande vão.

Foto: Warka Water/Reprodução

O mercado global de bambu deve ultrapassar US$ 100 bilhões até 2034, com destaque para a Ásia como principal produtora e desenvolvedora de tecnologia. Produtos engenheirados como Glubam e CLBT já permitem o uso do bambu em componentes estruturais mais exigentes.

Com o novo manual, o material ganha reconhecimento técnico e pode ser incorporado com mais segurança em projetos sustentáveis. A expectativa é que sua adoção aumente, impulsionada por padrões claros, inovação industrial e metas de descarbonização.

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