• UGREEN Brasil
  • Posts
  • Como o vidro, tecnologia e verde viraram marketing na arquitetura

Como o vidro, tecnologia e verde viraram marketing na arquitetura

Sua UGREEN News está no ar!

Vídeo

Como o vidro, tecnologia e verde viraram marketing na arquitetura

No fim dos anos 2000 e início dos anos 2010, uma estética saiu das telas e foi parar nos edifícios. Era a época das interfaces cheias de vidro, brilho, sombras suaves e imagens de natureza limpa, o mesmo visual que marcou sistemas como Windows Vista e Windows 7, sendo chamado de Frutiger Aero.

A arquitetura começou a copiar essa lógica … fachadas de vidro, superfícies lisas, formas curvas e muito verde passaram a comunicar modernidade, tecnologia e “sustentabilidade”. Prédios começaram a parecer renders, átrios viraram vitrines e jardins inteiros se tornaram parte da imagem do projeto.

O problema é que, muitas vezes, isso ficou só na imagem. Muito vidro aumenta o consumo de ar-condicionado, muito verde decorativo consome água e energia. Formas “orgânicas” nem sempre melhoram o desempenho do edifício. A tecnologia entra para corrigir problemas que poderiam ser evitados no projeto básico, e diante disso, a sustentabilidade vira um argumento visual, não um resultado técnico.

Isso cria uma arquitetura que parece eficiente, mas que nem sempre é. Uma arquitetura que vende futuro, mas mantém o mesmo modelo de consumo de energia, materiais e recursos.

Se interessou pelo tema?

Assista ao vídeo completo e entenda como o Frutiger Aero saiu das telas e entrou na arquitetura, se tornando uma estética de marketing ambiental!

UGREEN

Capacitamos sua equipe de forma criteriosa e técnica!

Devido à constância e urgência que o mercado estabelece, muitas vezes, pausar a operação por completo para realização de um treinamento não é algo viável para algumas empresas.

Diante de cenários como este, o UGREEN In Company conta com workshops com duração de 3 horas para lideranças, gestores, equipes de marketing, jurídico e comercial compreenderem como a sustentabilidade entra nas decisões reais do negócio!

Com foco em conectar impacto, custo e comunicação ao que a empresa decide na prática, capacitamos seu time por meio de critério técnico e embasamento teórico.

Quer conhecer mais sobre o UGREEN In Company?! Fale com nossa equipe!

Notícia

Construção circular e reuso adaptativo são tendências na construção em 2026

Imagem: ArchDaily Brasil

Atualmente a indústria global da construção vem entrando em uma fase de transição estrutural, onde o modelo baseado em demolição e obra do zero está perdendo espaço para a construção circular e o reuso adaptativo. Essa diretriz que orienta o setor em 2026 destaca o fato de adaptar edifícios já existentes, o que passou a ser a estratégia central para reduzir custos, prazos e emissões.

O motivador dessa mudança é o volume de resíduos e o impacto climático dos materiais, pois a geração anual destes resíduos de construção já opera na casa dos bilhões de toneladas no mundo. Mercados maduros mostram que mais de 90% deste volume vem de demolições, e ao mesmo tempo, o carbono incorporado ligado à produção de cimento, aço, alumínio e vidro corresponde a uma grande parcela das emissões globais.

Em edifícios novos e eficientes, esse carbono já representa entre 20% e 50% do impacto total ao longo da vida útil.

Com isso, a contabilidade de carbono de ciclo de vida deixou de ser exceção técnica e passou a orientar decisões de projeto e investimento. Ferramentas de Avaliação do Ciclo de Vida do Edifício Inteiro já são usadas para comparar sistemas construtivos e definir limites de emissões desde a fase de concepção. Governos e financiadores passaram a exigir esses dados como base para licenças, contratos e créditos.

Nesse cenário, o reuso adaptativo já virou prática recorrente no mercado imobiliário internacional. A conversão de edifícios obsoletos em moradia, logística e laboratórios reduz o tempo de entrada em operação, evita demolições e preserva a maior parte do carbono já investido na estrutura. Grandes centros urbanos concentram esse movimento, impulsionados pelo excesso de ativos desatualizados e pelas metas climáticas.

Para os novos projetos, ganham espaço o Design para Desmontagem e a construção modular. Edifícios passam a ser pensados com conexões reversíveis, sistemas modulares e componentes separados por camadas, o que facilita manutenção, atualização e reaproveitamento de materiais. A industrialização offsite reduz desperdício na origem e encurta cronogramas em até metade do tempo, segundo dados do setor.

A transição é reforçada por regras de mercado e compras públicas. As Declarações Ambientais de Produto (EPDs) se tornaram requisito em contratos, licitações e certificações internacionais, como LEED v5. Em paralelo, planos nacionais de economia circular e novas normas de medição de carbono alinham cadeias produtivas às exigências de descarbonização e comércio internacional.

UGREEN

Domine sustentabilidade com critério técnico!

Hoje a sustentabilidade já cruza caminho com projeto, produto, custo e decisão técnica, e mesmo quem não trabalha diretamente com sustentabilidade muitas vezes acaba lindando com isso em diversos momentos.

Pensando nisso, o UGREEN Pass é a plataforma de ensino para profissionais que buscam entender esse tema de forma prática e aplicável.

Você garante acesso a conteúdos que vão do básico ao avançado!

Quer conhecer mais sobre o UGREEN Pass? Acesse o site e descubra!

Reply

or to participate.