Vídeo
Como Singapura resolveu seus problemas de água, calor e energia

Singapura é uma ilha pequena com clima quente e úmido o ano inteiro. Embora seja o país mais rico do mundo, ela não possui água suficiente, não conta com espaço para expansão territorial e depende fortemente de recursos externos.
Isso criou um risco direto para o funcionamento da cidade.
Desde 1965, o país trata o ambiente construído como um problema técnico. Água, calor e energia passaram a ser temas centrais do planejamento urbano.
Portanto, o governo precisou responder a três pontos:
Como garantir água sem depender de outros países;
Como reduzir o calor em uma cidade densa;
Como manter o crescimento com pouco território.
Esses questionamentos trouxeram consigo a forma em que a cidade foi definida.
A solução não veio de projetos isolados, mas sim de planejamento integrado em escala urbana.
Quer entender como isso foi feito na prática?
Assista ao vídeo completo sobre o tema e entenda como Singapura resolveu água, calor e energia com planejamento estatal!
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UGREEN + ITA Engenharia
A ITA Engenharia em Madeira deu aulas no canal da UGREEN

Em março, dois especialistas da ITA conduziram aulas técnicas no canal da UGREEN no Youtube:
11 de março - Humberto Tufolo, Diretor na ITA e fundador do Núcleo da Madeira, apresentou os fundamentos técnicos da madeira engenheirada. A aula abordou toxicidade, critérios de preservação, durabilidade e os motivos que explicam o crescimento da madeira tratada na construção atual!
18 de março - João Pini, Sócio e Gerente de Engenharia da ITA, mostrou como estruturar um projeto em madeira do zero. A aula cobriu as decisões iniciais de especificação e o uso da ferramenta Fibra ITA para iniciar projetos estruturais com mais segurança técnica!
As duas aulas foram mediadas por Ana Julia Kfouri, engenheira civil e sócia da UGREEN.
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Notícia
Japão constrói primeira estação ferroviária do mundo com impressão 3D em apenas seis horas
Na cidade de Arida, a West Japan Railway Company inaugurou um edifício de estação produzido inteiramente em concreto por robôs - montado durante a madrugada, entre o último e o primeiro trem.

A West Japan Railway Company (JR West), em parceria com a JR West Innovations e a startup de construção Serendix, inaugurou em 2025 a Estação Hatsushima, na Prefeitura de Wakayama, como a primeira estação ferroviária do mundo erguida com tecnologia de impressão 3D em concreto.
O edifício substituiu uma antiga estrutura de madeira e foi montado integralmente durante o intervalo entre o último trem da noite e o primeiro da manhã seguinte. Uma janela de apenas seis horas, sem qualquer interrupção das operações ferroviárias.

O processo começou semanas antes em uma fábrica na Prefeitura de Kunamoto, onde o braço robótico depositou camadas de argamassa especial de secagem rápida para formar quatro peças pré-fabricadas, um teto, uma parede traseira e dois elementos de canto.

Em seguida, barras de aço e concreto foram inseridas internamente para garantir resistência sísmica equivalente à de construções convencionais. As peças percorreram mais de 800 km de caminhão até o local e foram encaixadas no prazo estabelecido. Com 2,6 metros de altura, o edifício ainda traz relevos de laranjas mikan e peixe-espada techiuo na fachada, referências aos produtos típicos da região de Arida.
Além da velocidade, o método reduz em cerca de 50% os custos em relação ao concreto armado convencional e elimina a necessidade de fôrmas descartáveis, diminuindo o desperdício de materiais.

Estudos do setor apontam que, quando combinada com substitutos de baixo carbono no lugar do cimento Portland, a impressão 3D pode reduzir drasticamente as emissões de CO₂ da construção.

A JR West destacou ainda que a abordagem responde diretamente à grave escassez de mão de obra no setor da construção japonês, agravada pelo envelhecimento acelerado da população, e anunciou planos para expandir a tecnologia por toda a sua rede ferroviária.


