UGREEN + Edson Castro
O onipresente Filipe Boni mais uma vez representa a UGREEN, agora no podcast Edson Castro!
Há quem diga que o Filipe, além de uma máquina de fazer vídeos, é também onipresente: está em tudo, falando sobre tudo!
E por estar em todo lugar (ou quase todos), mais uma vez representou a UGREEN em uma participação especial no Podcast do Edson Castro. Ao longo de quase 2 horas de conversa, foi discutido como as cidades estão sendo produzidas atualmente, além de quais os impactos desse fenômeno na vida das pessoas!
O apresentador iniciou o programa questionando sobre a especulação financeira, onde Boni explicou a forma em que a lógica financeira tem influenciado diretamente a arquitetura e o urbanismo. Demonstrou também que a moradia deixou de ser tratada apenas como espaço de uso e passou a ser tratada como ativo de investimento, dessa forma, ajudando a compreender o aumento do preço dos imóveis mesmo com o crescimento das construções.
Ao decorrer do episódio, foi abordado como os projetos atuais muitas vezes ignoram fatores básicos como clima, ventilação e conforto térmico. Filipe destacou que soluções padronizadas estão sendo replicadas em diferentes países, mesmo quando as condições ambientais exigem respostas específicas.
Também foi debatida a relação entre cidade e infraestrutura. Foram analisados problemas como enchentes, verticalização sem planejamento e a dificuldade de adaptação das cidades ao aumento da densidade urbana. O arquiteto apontou conceitos sobre cidade sustentável e cidade de 15 minutos, e como estas concepções dependem de planejamento integrado e não apenas de soluções isoladas.
Com o decorrer do episódio, a conversa conectou arquitetura, economia e funcionamento urbano, mostrando como decisões de projeto afetam diretamente o cotidiano das pessoas!
Caso você se interesse por debates sobre os respectivos assuntos, fica aqui nosso convite para assistir à edição completa do podcast!
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Notícia
Janelas que geram energia: Patagônia instala vidros fotovoltaicos em sua sede

Imagem: Nicolás Boullosa - Flickr
A famosa marca estadunidense de roupas para o ar livre Patagonia, recentemente instalou 22 janelas geradoras de energia solar na fachada sul do Olive Building, o campus principal da empresa, localizada em Ventura no estado da Califórnia. O projeto foi executado em parceria com a NEXT Energy Technologies, e representa a primeira instalação real da tecnologia fotovoltaica da empresa em uma edificação comercial.
As janelas funcionam como qualquer vidro arquitetônico comum, mas com um revestimento fotovoltaico transparente impresso diretamente no vidro e selado entre duas folhas de segurança. O revestimento converte luz ultravioleta e infravermelha em eletricidade, sem bloquear a luz visível. Os cabos integrados ao caixilho conduzem a energia gerada diretamente para o sistema elétrico do edifício.
Essa tecnologia se enquadra no conceito de BIPV (Building-Integrated Photovoltaics/Fotovoltaica integrada em edifícios), em que o material de construção também é o gerador de energia. Diferente de painéis solares convencionais, não ocupa área adicional de solo, nem exige estrutura de suporte separada, dessa forma, gerando no próprio ponto de uso, eliminando perdas de transmissão que afetam cerca de 5% da eletricidade que circula pela rede elétrica.

Imagem: NEXT Energy Technologies
O desempenho estimado é de 20% a 30% do que um painel solar convencional produziria na mesma área. Em edifícios comerciais, a soma de todas as superfícies envidraçadas tem potencial de compensar entre 10% e 40% da carga energética total do prédio.
Este projeto se destaca por endereçar um problema estrutural: construções correspondem a 40% do consumo global de energia e cerca de um terço das emissões de carbono. Em áreas urbanas densas, onde telhados são escassos ou inacessíveis, a fachada é a única superfície disponível em escala. Transformar esse vidro em gerador é uma das poucas estratégias viáveis para retrofitar o estoque construído existente sem demolição.
A NEXT projeta que, se a tecnologia for adotada em larga escala até 2060, ela pode reduzir as emissões do ambiente construído em mais de 1 gigatonelada de CO₂ por ano.
Vídeo
A casa de contêiner é realmente eficiente?

O contêiner virou símbolo de arquitetura moderna no Brasil. Aparece em feiras, condomínios e redes sociais com rótulos como “sustentável”, “barato” e “inovador”. Mas existe uma distância grande entre o que é vendido e o que é entregue.
O problema começa antes da obra. Um contêiner marítimo passa anos transportando cargas pelo mundo. Nesse processo, ele recebe fumigação química com gases como brometo de metila, um composto neurotóxico que se acumula no material. O piso de madeira interna absorve metais pesados. A tinta externa pode conter chumbo e cromatos.
Depois vem o calor. O aço transmite temperatura com alta velocidade. Em cidades como Manaus e Recife, o interior de um contêiner sem isolamento ultrapassa 50°C. Para cumprir a NBR 15575, a norma brasileira de desempenho térmico, são necessárias camadas de isolamento, perfis metálicos e revestimentos internos.
Isso reduz a largura útil do ambiente e aumenta o custo final da obra.
Quer se aprofundar no tema?
Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda por que o contêiner pode não ser a solução que parece ser!


