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O caos nas obras virou entretenimento de rede social

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O caos nas obras virou entretenimento de rede social

A reforma sempre foi um processo técnico, cheio de ajustes, conflitos e decisões complexas, mas nada disso é novidade, o que mudou foi a forma como esse processo passou a ser exposto.

Nos últimos tempos, obras de alto padrão (como a reforma da Maíra Cardi) deixaram de ser apenas construção e se transformaram em narrativa pública. O foco não está mais no projeto concluído, mas na documentação do erro: o armário alto demais, a pedra “errada”, o profissional substituído, o detalhe que não agradou, cada falha vira capítulo, e cada conflito vira engajamento.

Esse formato funciona porque a lógica das redes privilegia tensão. A vulnerabilidade calculada aproxima o influenciador do público e o conflito sustenta atenção, e se tudo estivesse resolvido, não haveria história. O caos, nesse contexto, deixa de ser problema e passa a ser ativo de conteúdo.

Mas há implicações que vão além do entretenimento. Quando a falha técnica vira espetáculo, o trabalho também vira exposição. Profissionais aparecem apenas no momento do erro, sem controle sobre a narrativa, enquanto a complexidade do processo desaparece diante da imagem simples e viralizável da indignação.

O que estamos vendo não é apenas uma obra problemática, mas uma mudança na forma como consumo, trabalho e imagem se misturam. A casa deixa de ser abrigo e vira produto narrativo, e o erro passa a ter valor econômico!

Quer se aprofundar no tema?

Assista ao vídeo completo sobre o assunto e entenda como a “indústria do caos” se estrutura e quais são suas implicações sociais, profissionais e até mesmo ambientais!

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Notícia

Nova York testa edifícios vivos que resfriam sozinhos com micélio

Foto: Urban Next

A icônica Nova York virou palco de um dos experimentos mais radicais da arquitetura recente: um edifício em Brooklyn que usa micélio vivo nas paredes para ajudar a regular a temperatura interna sem depender só de ar-condicionado.

Pesquisas recentes de institutos como a Johns Hopkins e o Westerdijk Fungal Diversity Institute mostram que fungos mantêm, em média, a superfície cerca de 2,9°C mais fria que o ambiente, podendo chegar a quase 6°C em certas condições. O motivo desse fenômeno é físico: o micélio libera umidade, e a evaporação consome calor, num processo parecido com o suor humano, só que passivo e contínuo.

No prédio experimental do Brooklyn, painéis de “mycocrete” (um compósito de micélio e resíduos agrícolas) formam paredes porosas que “respiram”. Em dias quentes, medições mostram diferenças próximas de 3°C entre a superfície da parede e o ar externo, dessa forma, reduzindo a carga térmica interna e podendo cortar em até 40% a demanda de energia para resfriamento em edifícios de baixa densidade.

O material também chama a atenção devido aos números. O mycocrete tem densidade muito menor que o concreto, ótima isolação térmica (condutividade na faixa de 0,04 a 0,08 W/mK) e balanço de carbono positivo, porque o fungo sequestra CO₂ durante o crescimento. Em resistência à compressão, já alcança de 6 a 26 MPa, suficiente para aplicações estruturais leves e painéis de vedação.

Além da temperatura, o prédio muda a experiência sensorial; após chuvas, as paredes liberam compostos naturais como terpenos e 1-octen-3-ol, gerando um cheiro leve de “floresta úmida”. Esses compostos estão ligados à melhoria da qualidade do ar e à redução de estresse além de substituir odores químicos comuns em materiais sintéticos.

O projeto também responde a um problema urbano real. Nova York sofre com o efeito de ilha de calor: as superfícies escuras absorvem calor de dia e liberam à noite, enquanto os aparelhos de ar-condicionado jogam mais calor nas ruas. As paredes de micélio funcionam como um dissipador térmico passivo, ajudando a quebrar esse ciclo.

Estudos recentes alertam para a adaptação térmica de fungos em um planeta mais quente, por isso, o projeto usa apenas espécies não patogênicas, como o Pleurotus ostreatus, e mantém monitoramento genético constante para evitar riscos biológicos.

O edifício do Brooklyn não se trata apenas de curiosidade, ele mostra uma mudança de lógica, onde sai de materiais inertes e passa para sistemas que participam do clima, filtram o ar e regulam a umidade. A arquitetura deixa de ser apenas abrigo e passa a operar como parte ativa do metabolismo urbano.

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