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Prédios de marcas estão mudando o mercado imobiliário
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Vídeo
Prédios de marca e o novo mercado imobiliário brasileiro

Foto: TOPVIEW
Residências de marca estão ganhando cada vez mais espaço no mercado imobiliário brasileiro. Em cidades como São Paulo e Balneário Camboriú, empreendimentos com assinaturas como Lamborghini, Porsche e Armani estão transformando a lógica tradicional de moradia. Estes imóveis não são vendidos apenas como um simples espaço físico, mas como símbolo de status, prestígio e pertencimento.
A estrutura por trás é óbvia, as marcas não constroem almejando a venda, elas apenas licenciam seu nome cobrando royalties sobre o valor global de vendas. Em troca, os empreendimentos ganham uma valorização média de até 47% em mercados emergentes como o Brasil. Para investidores, o que antes era custo, agora se transforma em uma ferramenta de diferenciação em um mercado já saturado.
Estes prédios costumam atrair principalmente compradores com alto poder aquisitivo vindos do agronegócio e da indústria, todos interessados em transformar capital financeiro em capital simbólico. Mas, na prática, diversos projetos entregam pouco além do nome: plantas apertadas, acabamentos comuns e um design que poderia existir sem associação com nenhuma marca internacional.
Do ponto de vista ambiental, os desafios são mais que evidentes. Os materiais e métodos utilizados em edifícios desse porte costumam ter alta pegada de carbono, e mesmo que incluam certificações, muitas vezes o compromisso com a sustentabilidade se limita ao discurso e não altera a essência técnica das construções.
Quer entender como esses mecanismos funcionam por dentro?
Assista ao vídeo completo e conheça os bastidores financeiros, técnicos e simbólicos por trás dos prédios de marca que estão mudando a paisagem urbana nas cidades brasileiras!
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Notícia
Exposição na China mostra edifícios reais com emissão zero

Foto: China Daily
No dia 28 de janeiro de 2026, foi aberta ao público a exposição “Building Type / Climate Zone”, na Langyuan Station, localizada em Pequim, na China. A exibição apresenta os resultados do Projeto Sino-Suíço de Edifícios de Emissão Zero (ZEB), que durou cinco anos. O foco é comprovar que é possível sim construir prédios que não geram emissões de carbono.
A exposição marca o fim da colaboração entre a Suíça e a China iniciada em 2021. O projeto reuniu mais de 100 especialistas, 30 empresas e universidades de ambos os países. O objetivo foi testar e adaptar soluções suíças de baixo carbono para as condições climáticas e urbanas da China
“O sucesso do projeto ZEB não é um fim, mas um começo.”
Os visitantes podem conhecer dez projetos-piloto já construídos. Eles estão localizados em diferentes regiões da China, de zonas montanhosas a áreas tropicais. Os edifícios foram planejados com tecnologias específicas para reduzir ou eliminar emissões, como ventilação natural, energia solar integrada e fachadas com controle térmico.
A exposição foi dividida em três partes:
Pesquisa e dados: painéis mostram comparações entre as normas da China e da Suíça, explicando como medir não é só o uso de energia, mas também o carbono incorporado nos materiais.
Fotos dos projetos: imagens feitas por fotógrafos suíços mostram os prédios já concluídos.
Cultura e tecnologia: um dos destaques é a impressão de trechos do antigo tratado chinês Yingzao Fashi sobre painéis solares. A ideia é demonstrar que tradição e inovação podem coexistir.
A construção civil é responsável por quase 40% das emissões globais de carbono, e a China lidera o volume de novas construções no mundo. Reduzir as emissões nos prédios chineses pode mudar o rumo das metas climáticas globais.
A fase principal do projeto foi concluída no final de 2025. Agora, em 2026, os resultados estão sendo divulgados ao público por meio da exposição e outras ações diplomáticas. A estrutura de cooperação entre os dois países continua ativa.
A exposição faz parte das comemorações dos 75 anos de relações diplomáticas entre os países, e já estão em estudo novos projetos focados em distritos inteiros com emissão zero, ampliando ainda mais o que foi aprendido nos “edifícios-piloto”.
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