GreenBuildingDay Exp

Quem vai construir o Brasil diferente?!

Talvez você já tenha sentido há alguns anos que diversas construções civis nas cidades brasileiras entregam menos do que prometem, regiões que custam mais do que deveriam e profissionais formados para reproduzir estes problemas ao invés de resolver!

O problema é que essa sensação raramente encontra nome, e quem a sente, raramente encontra outros que partilham do mesmo sentimento.

Por isso, o GreenBuilding Day Experience chega para mudar esse cenário, abordando o tema “Quem vai construir o Brasil diferente?”!

Durante 4 horas, dividido em dois blocos de conteúdo, você irá compreender a visão completa de por que as cidades são da forma que são, e a clareza prática do que fazer diferente a partir disso. O tipo de clareza que muda como você projeta, especifica, argumenta e decide!

📅 15 de maio de 2026 (sexta-feira)

14h às 18h + happy hour

📍 Federação das Indústrias do Paraná — Curitiba

🎟️ LOTE 1: R$ 297 | Vagas limitadas a 200 pessoas

Importante: o evento não contará com transmissão online nem gravação. Ele é exclusivo para as pessoas que estiverem presentes no dia!

Participação UGREEN

Dinâmica presencial UGREEN: capacitação em projeto sustentável para a Armentano Arquitetura

Nesta quinta-feira (09/04), nós da UGREEN realizamos duas dinâmicas presenciais para a equipe da Armentano Arquitetura, com foco em dois temas centrais da prática sustentável.

Primeiro, na parte de projeto arquitetônico, os participantes trabalharam com um fluxograma de projeto bioclimático e desenvolveram um projeto conceitual aplicando ferramentas e programas de análise em conjunto.

Já a segunda parte tratou sobre interiores, abordando design biofílico e materiais sustentáveis: como classificá-los, hierarquizá-los, aplicá-los em projetos reais!

Ao final, a equipe agora possui um repertório técnico mais sólido e com critérios mais definidos para tomar decisões de projeto com base em sustentabilidade, do conceito à especificação de materiais.

Quer realizar uma dinâmica presencial ou online para sua equipe em seu escritório de arquitetura?!

Entre em contato conosco! Dessa forma podemos desenvolver uma dinâmica sob medida para seu escritório e equipe!

Notícia

Água domina agenda de sustentabilidade em Davos 2026

Imagem: World Economic Forum

Realizado entre 19 e 23 de janeiro, em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial transformou sua Reunião Anual de 2026 em uma plataforma de ação sobre a crise hídrica global.

O evento reuniu mais de 60 chefes de Estado, 400 líderes políticos e 830 CEOs sob o tema geral “A Spirit of Dialogue”.

O debate cobriu água doce, oceanos e segurança alimentar azul como partes de um mesmo sistema. Sob o rótulo “Blue Davos”, o FEM declarou 2026 o “Ano da Água” e posicionou o tema como infraestrutura econômica.

A sessão central, “Water in the Balance”, partiu de um dado direto: 70% dos impactos climáticos estão ligados à gestão de água.

Imagem: World Economic Forum

O principal lançamento foi o Get Blue, iniciativa da ONG Water.org, cofundada pelo ator Matt Damon. A plataforma une Amazon, Gap, Starbucks e Ecolab para ampliar o acesso à água potável e ao saneamento.

A meta é passar de 85 milhões para 200 milhões de pessoas atendidas até 2030. Atualmente, 2,1 bilhões de pessoas não têm acesso à água segura e 3,4 bilhões vivem sem saneamento adequado.

Nos oceanos, o FEM lançou a iniciativa ACT Ocean, voltada a catalisar transições nos setores dependentes do mar, com acordos firmados com os Emirados Árabes Unidos em preparação para a Conferência da ONU sobre Água, em dezembro de 2026.

Um relatório do FEM com a Universidade de Cambridge quantificou o problema: o déficit global de infraestrutura hídrica pode chegar a 6,5 trilhões de euros até 2040.

Fechar essa lacuna criaria 206 milhões de empregos e geraria 8,4 trilhões de euros em PIB. Hoje, apenas 2 a 3% dos investimentos globais em água vêm do setor privado.

Vídeo

As lâmpadas que prometeram salvar o planeta estão deixando sua casa pior

Hoje em dia a maioria das pessoas tem lâmpadas LED em casa e provavelmente você também.

A transição das lâmpadas incandescentes para o LED foi apresentada como um avanço sustentável. Governos proibiram as antigas, o mercado celebrou a mudança e o consumo de energia caiu.

Só que muitos LEDs vendidos hoje emitem uma luz fria, entre 4.000 e 6.500 Kelvin. Essa faixa é mais barata de produzir e cumpre metas de eficiência energética com mais facilidade. Por isso o mercado a adota em massa.

Essa luz fria à noite suprime a produção de melatonina, pois o corpo interpreta que ainda é dia, aí seu sono piora e a ansiedade aumenta.

Além do mais, quando uma lâmpada LED queima, o chip geralmente ainda está funcionando, o que falhou foi o driver, um circuito interno fabricado com componentes baratos. Em luminárias seladas, não é possível trocar só essa peça, fazendo com que a luminária inteira vá para o lixo.

Quer se aprofundar no assunto?

Assista ao vídeo completo no Youtube e entenda como a iluminação da sua casa afeta seu corpo, espaço e o meio ambiente muito além da conta de energia!

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