Vídeo
Solarpunk, um futuro sustentável ou maquiagem do capitalismo verde?

Cidades cobertas de vegetação, painéis solares por todos os lados, arquitetura orgânica e uma vibe de comunidade. A estética Solarpunk conquistou o imaginário de quem sonha com um futuro mais justo, ecológico e tecnológico.
Mas será que essa imagem bonita entrega o que promete?
Por trás dessa utopia verde, há uma contradição: quem paga o preço para que esse futuro aconteça?
Tecnologias como baterias de lítio, turbinas eólicas e painéis solares exigem matérias-primas extraídas em condições precárias, muitas vezes em países do sul global. Mineração tóxica, exploração de trabalho infantil e destruição de comunidades indígenas estão por trás da promessa de uma energia limpa.
E enquanto isso, o discurso da “transição verde” muitas vezes serve mais para manter as hierarquias do que para enfrentá-las.
A questão é:
Solarpunk é realmente uma revolução imaginativa ou apenas uma nova embalagem para o mesmo sistema desigual de sempre?
É possível sonhar com um futuro sustentável sem discutir quem controla os recursos, as tecnologias e os lucros?
Se interessou pelo tema?
Assista ao nosso vídeo completo sobre o assunto e entenda a fundo as origens do movimento, suas inspirações políticas e os riscos de transformar tudo isso em apenas mais uma tendência de design!
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Notícia
Como a IA está mudando o que (e como) se constrói

Desde o momento em que o mundo entrou na “Era Digital”, a indústria da construção passou a mudar de forma mais drástica. Antes era considerada lenta para adotar tecnologias, mas atualmente, é necessário que ela aja rapidamente. A crise climática pressiona constantemente governos, empresas e profissionais a reduzir emissões e utilizar menos recursos.
Neste detalhe a Inteligência Artificial (IA) entra em cena, não para apenas desenhar em computadores, mas de uma maneira bem mais eficiente.
Ela já é utilizada para tomar decisões sobre forma, materiais e operação dos edifícios, e isso altera todo o processo, desde o projeto até a manutenção.
Ferramentas baseadas em machine learning e modelagem preditiva permitem calcular, em segundos, o impacto ambiental de uma escolha feita ainda na fase inicial. Plataformas como o Carbon Designer 3D auxiliam arquitetos a prever a pegada de carbono de um edifício antes mesmo de construí-lo. E isso pode evitar erros caros e desperdícios.
Outro avanço é o uso de Gêmeos Digitais, modelos virtuais atualizados em tempo real por sensores. Eles mostram como o edifício se comporta e ajudam a fazer ajustes rápidos. Essa tecnologia reduz o consumo de energia, melhora o conforto interno e evita falhas em sistemas como ar-condicionado e iluminação.
Alguns projetos já utilizam IA em grande escala, como por exemplo a Bee’ah Headquarters, nos Emirados Árabes Unidos, que opera com energia renovável e sistemas autônomos de climatização. Outro exemplo é o prédio The Edge, localizado na Holanda, que utiliza 30 mil sensores para reduzir gastos de energia e melhorar a gestão do espaço. Também na China, a Shanghai Tower usou simulações para cortar o uso de aço e otimizar a forma da fachada.
Porém, o uso da IA não carrega consigo apenas benefícios; o impacto ambiental é expressivo devido a quantidades massivas de energia e água para manter os sistemas dos Data Centers funcionando. Além disso, muitos edifícios inteligentes coletam dados sobre ocupação e comportamento sem regras claras, resultando em riscos relacionados à privacidade.
A integração entre IA e construção sustentável traz, sim, benefícios práticos, reduzindo custos, melhorando o desempenho dos edifícios e acelerando a transição para modelos mais circulares. Porém, demanda e exige atenção dos profissionais a novos desafios técnicos, sociais e principalmente ambientais.
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