Notícia
Em 10 de março de 2026, o Reino Unido publicou a primeira versão do UK Net Zero Carbon Buildings Standard, um padrão nacional britânico com limites verificáveis para carbono incorporado em edifícios.
O documento foi desenvolvido por nove entidades do setor com participação de mais de 350 especialistas e 700 stakeholders, contando com a empresa Bureau Veritas como parceira de certificação independente.
Dois meses antes, em 1º de janeiro, a Califórnia havia ampliado o alcance do seu código de construção: todos os edifícios comerciais não residenciais acima de 4.600 metros quadrados passaram a ser obrigados a comprovar controle de carbono incorporado.
O estado havia reduzido essa obrigação em julho de 2024 para edifícios acima de 9.290 metros quadrados, já em 2026, dobrou o alcance da regra.
Na União Europeia, o prazo de obrigatoriedade de avaliação de ciclo de vida em novos edifícios é 2028. Porém, a pressão financeira é imposta desde agora, onde grandes empresas devem divulgar carbono incorporado em seus relatórios de sustentabilidade pela Diretiva SCRD.
Empreendimentos sem estes dados ficam de fora da Taxonomia da UE e, por consequência, perdem o acesso a investidores institucionais e crédito verde.
A conta que ficou escondida
O carbono incorporado responde por cerca de 11% das emissões globais anuais de gases de efeito estufa, segundo o World Green Building Council.
Durante décadas, reguladores concentraram atenção no carbono operacional: aquele gerado no uso do edifício para aquecimento, resfriamento e iluminação.
À medida que os edifícios ficaram mais eficientes na operação, o peso relativo do carbono dos materiais cresceu. Em um prédio de baixo consumo energético, uma parcela maior das emissões totais da vida útil ocorre antes de alguém entrar pela porta.
De acordo com o Global Status Report for Buildings and Construction 2025-2026 da ONU, o setor da construção como um todo responde por 37% das emissões globais de CO₂.
De diferencial a requisito de acesso
Durante anos as Declarações Ambientais de Produto e avaliações de ciclo de vida foram instrumentos de diferenciação em certificações voluntárias
Na Califórnia, a ausência de EPDs documentadas inviabilizava a comprovação de conformidade com o código estadual;
No Reino Unido, sem dados de carbono incorporado verificáveis, o empreendimento não se registra no padrão nacional, e fundos imobiliários já usam esse critério como filtro de elegibilidade;
Na UE, sem ciclo de vida documentado, o projeto fica fora da Taxonomia e paga mais caro pelo capital.
A documentação do carbono dos materiais deixou de ser argumento de venda e passou a ser requisito de acesso a determinadas transações, financiamentos e registros.
Brasil fora da regulação, dentro do mercado
O Brasil, embora não tenha uma regulação equivalente em vigor, projetos que buscam certificações como LEED, que acessam linhas de crédito verde com lastro internacional, ou que atendem compradores com exposição ao mercado europeu já estão sujeitos a esses critérios pelos sistemas aos quais optam se vincular.
UGREEN Pass
Materiais sustentáveis começam antes mesma da especificação
Especificar materiais sustentáveis exige saber de onde eles vêm, o que carregam de emissões até a obra, como se comportam ao longo do tempo e o que as documentações técnicas precisam registrar.
Não é sobre trocar produto por produto com selo verde!
A Escola de Materiais Sustentáveis do UGREEN Pass cobre esse percurso:
Declarações ambientais;
Ingredientes materiais;
Critérios de baixa emissão;
Especificação e documentação aplicadas a projetos reais.
É conteúdo para quem busca especificar para decidir!
São mais de 400 horas distribuídas em 8 escolas distintas para fazer com que você aplique sustentabilidade em seus projetos de forma efetiva e concreta!
Acesso anual por apenas R$ 479
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Inserção Rain Bird
Já imaginou como o uso inteligente da água pode impactar em seu projeto?!

Água desperdiçada em irrigação não aparece na conta só como consumo, mas como solo encharcado, raiz comprometida, manutenção cara e até mesmo um paisagismo que performa bem no projeto, mas na prática é completamente ineficiente.
Esse controle inicia antes mesmo dos aspersores ligarem!
É exatamente esse raciocínio que aproximou a Rain Bird da UGREEN. Recentemente firmamos uma parceria sólida para capacitarmos seus principais gestores no Brasil em sustentabilidade aplicada ao setor de irrigação:
18 horas de treinamento em gestão hídrica eficiente;
Fundamentos bioclimáticos;
Descarbonização;
Certificações ambientais;
Argumentação técnica de vendas.
A escolha da multinacional reflete o que já é praticado no mercado há mais de 90 anos!
Fundada em 1933 na Califórnia, atualmente é líder global em tecnologia de irrigação atuando em mais de 130 países, com mais de 4.000 produtos e 450 patentes.
No Brasil, seu portfólio abrange setores variados:
Irrigação Esportiva: Maracanã, Arena MRV e Morumbi;
Resorts: Resort Costa do Sauípe, Hotel Vila Galé Collection e Iberostar Praia do Forte;
Condomínios Residenciais: Condomínio Casas de Sauípe, Plateau D’Or e Ritz Castanheiras;
Edifícios Comerciais e Residenciais: Cidade Matarazzo, Parque Gráfico O GLOBO e Fundação Casa de Rui Barbosa.
O que conecta escalas diferentes é a lógica que todos carregam - aplicar exatamente a quantidade de água necessária evitando o desperdício.
Seus produtos traduzem isso de forma clara e objetiva. Sensores de chuva, detecção automática de vazamentos, irrigação baseada em dados climáticos, gotejamento enterrado com resistência à intrusão de raízes. A eficiência hídrica aparece na operação, na manutenção e no desempenho do espaço ao longo do tempo
Além disso, é importante destacar que a Rain Bird esteve presente no Green Building Day XP como patrocinadora do evento e expondo seus produtos para o público. Ambas as formas de presença reforçaram o compromisso com o debate técnico sobre sustentabilidade no ambiente construído.
Paisagistas, arquitetos e engenheiros que já especificam os produtos da Rain Bird encontram nas soluções e tecnologias um suporte real para profissionais desde a fase do projeto de paisagismo, além de mais facilidade no dia a dia do cliente final, com mais controle e praticidade.
Se você atua no setor e quer entender como as soluções da Rain Bird se aplicam ao seu contexto, entre em contato diretamente com um de seus representantes!
Vídeo da Semana
A estrutura mais resistente do mercado que não conseguiu se vender
Existe uma tecnologia construtiva que resiste a tornados de categoria F5, corta em até 75% o consumo de energia de uma residência e supera casas convencionais em durabilidade e resistência ao fogo.
Nos Estados Unidos, menos de 900 unidades residenciais foram construídas com essa tecnologia em todo o território do país.
O problema vai além da engenharia, pois está no sistema ao redor dela. O mercado imobiliário opera com paredes retas, materiais padronizados e avaliações comparativas de venda.
Quando não há imóveis parecidos sendo negociados na mesma área, o banco recua, dessa forma, menos gente constrói, menos comparativos existem e o ciclo se fecha.
Uma tecnologia tecnicamente superior pode travar não por falha de desempenho, mas por incompatibilidade com os sistemas que já estão em operação.
Se interessou pelo assunto?
Assista ao vídeo completo sobre o tema no YouTube e entenda por que o fracasso do domo monolítico não foi culpa da engenharia!



